quarta-feira, 2 de novembro de 2011
PARA REFLETIR
Repassando......
Reflita...... Pense.....
Determinação
As atitudes movem as pessoas por qualquer caminho,
nunca devemos desistir, mas sim lutarmos diariamente por tudo aquilo que
mais queremos e, principalmente, acreditamos.
Autor desconhecido
"Nosso Ministro da Educação quer ampliar de 200 para 220 os dias
letivos (4 semanas a mais) na Educação Básica. Sr. Ministro da
Educação, nós, professores, convidamo-lhe a passar apenas uma semana
na sala de aula da Educação Básica, tanto na escola pública, quanto na
escola particular, fazendo as ações inerentes a esta profissão
(planejamento; correções; acompanhamentos; relatórios; atendimento aos
pais; mediação em sala; etc...) para que sinta o quanto o trabalho do
professor é INTENSO.
Na época em que o Ministro foi aluno, as férias eram de 3 meses, havia
menos alunos por turma, os professores eram respeitados, as famílias
mais estruturadas e com mais tempo para os filhos. Hoje o contexto e a
demanda são outros, o que justifica uma carga horária mais HUMANA.
Sugiro que o Ministro pense em AÇÕES PÚBLICAS que favoreçam
verdadeiramente as crianças (lazer, saúde, alimentação, trabalho e
moradia digna para os pais, etc...) porque não se aprende e se torna
cidadão apenas pela ação da ESCOLA E DO PROFESSOR. Será
trabalhoso demais SR. MINISTRO? Sugiro, ainda, que o MINISTRO pense em
como oferecer boas condições de trabalho e remuneração aos professores
que estão a cada dia mais sobrecarregados e com péssima qualidade de
vida. Ou a intenção é ACABAR com esta profissão?
Ainda acrescento que o acréscimo de 20 dias há 16/17 anos atrás em
nada melhorou a educação, visto que quando estudei eram 180 dias
letivos e se aprendia muito mais do que hoje, pois os professores eram
respeitados, os alunos COBRADOS e não havia essa porção de paliativos,
como dependência, recuperação paralela e uma porção de medidas para
mascarar resultados (não para melhorar o ensino). Hoje o aluno é
ensinado a ser irresponsável (não pelo professor, mas pelo sistema!)..
Mudem as leis. Pensem e repensem na educação enão nos dias letivos...
domingo, 30 de outubro de 2011
LETRA UM BOM PROFESSOR
A base de toda conquista é o professor
A fonte de sabedoria, um bom professor
Em cada descoberta, cada invenção
Todo bom começo tem um bom professor
No trilho de uma ferrovia…(um bom professor)
No bisturi da cirurgia…(um bom professor)
No tijolo, na olaria, no arranque do motor
Tudo que se cria tem um bom professor
No sonho que se realiza…(um bom professor)
Cada nova ideia tem um professor
O que se aprende, o que se ensina…(um professor)
Uma lição de vida, uma lição de amor
Na nota de uma partitura, no projeto de arquitetura
Em toda teoria, tudo que se inicia
Todo bom começo tem um bom professor
Tem um bom professor
créditos: compositor desconhecido
sábado, 29 de outubro de 2011
TEXTO PARA LEITURA
A felicidade consiste na consciência do dever cumprido."
Tive o privilégio de ser filha de Luiz Carlos Prestes e Olga Benário Prestes, duas pessoas extraordinárias, que deram suas vidas por uma causa nobre. Dois combatentes revolucionários que se dedicaram inteiramente à luta por justiça social, por liberdade, pelo socialismo e por um futuro melhor para a humanidade.
Olga, grávida de sete meses, foi deportada para a Alemanha nazista pelo governo Getúlio Vargas, em setembro de 1936. Companheira dedicada de Luiz Carlos Prestes, meu pai, a quem salvara a vida de ambos quando foram presos, pela polícia de Filinto Muller, em 54 de março daquele ano, no subúrbio carioca do Méier. na ocasião, ela se interpusera corajosamente entre os policiais e o marido, impedindo seu assassinato.
A deportação de Olga Benário Prestes e Elise Ewert – ambas militantes comunistas alemãs – foi um gesto de boa vontade de Vargas em relação a Hitler, expressando a aproximação então em curso entre os dois governos. Foi também vingança e castigo cruel impostos ao grande inimigo do regime varguista – Luiz Carlos Prestes, o "Cavaleiro da Esperança" para tantos brasileiros. Olga e Elise viajaram ilegalmente, sem culpa formada, sem julgamento nem defesa. Na calada da noite foram embarcadas no navio cargueiro La Coruña, que partiu rumo a Hamburgo com ordens expressas de não parar em nenhum outro porto estrangeiro, pois havia precedentes de os portuários franceses e espanhóis resgatarem prisioneiros deportados para a Alemanha.
Minha mãe ficou presa incomunicável na prisão de mulheres Barminstrasse (Berlim), onde nasci, em novembro de 1936. Como resultado de importante e vigorosa campanha internacional pela libertação de Prestes e dos presos políticos no Brasil, assim como de Olga e de sua filha, fui entregue pela Gestapo à minha avó paterna – Leocadia Prestes – mulher valente e decidida, que encabeçava a campanha. Quando me separaram de minha mãe contava com apenas 14 meses de idade. Não pude, portanto guardar nenhuma lembrança dela. Logo depois, Olga seria transferida para outra prisão, em condições muito piores, e mais tarde para o campo de concentração de Ravensbruck. Em abril de 1942, era assassinada numa câmara de gás no campo de Bernburg.
A tragédia que atingiu meus pais marcou minha vida. De que maneira? Poderia ter me tornado uma pessoa amargurada e decrescente da humanidade, convencida de sua maldade intrínseca. Ou poderia ter me levado a pensar que os homens, embora em sua maioria não sejam maus, facilmente se deixam arrastar pela maldade de alguns. sendo assim, não haveria por que acreditar no progresso da humanidade, não existiriam razões para qualquer otimismo em relação ao seu futuro.
Cresci e fui educada no seio de uma família comunista – a família de meu pai, que só pude conhecer em 1945, quando ele, após nove anos de prisão, num isolamento quase total, afinal foi libertado. Minha avó Leocadia, minha tia Lygia, que acabou sendo minha segunda mãe, meu próprio pai, minhas outras tias conduziram-me por outro caminho. Desde a mais tenra idade, foi-me mostrado o exemplo de meus pais – dois revolucionários comunistas que passaram por indescritíveis sofrimentos em nome da causa maior, a causa da emancipação da humanidade da exploração do homem pelo homem. ou seja, nas palavras de Karl Marx, lutavam para que a humanidade ultrapassasse sua pré-história, ingressando na verdadeira história, fase em que seriam superadas as injustiças e desigualdades sociais, em que não mais existiria a alienação dos homens.
Desde cedo, aprendi com a vida de meus pais, com o exemplo de minha avó e, em especial com a martírio de Olga, que vale a pena lutar por um mundo melhor para toda a humanidade. Aprendi que não devemos compactuar a com a injustiça, que é necessário lutar contra ela e que, apesar de todas as dificuldades, das derrotas e sofrimentos, dos erros e dos fracassos, a humanidade caminha para a frente, e os homens encontram maneiras de aperfeiçoar seus modos de viver. Hoje, na qualidade de historiadora que sou, entendo que esses ensinamentos recebidos na infância são verdadeiros: a história da humanidade nos mostra que o progresso é a tendência geral das sociedades humanas, embora se realize através de múltiplos e imprevisíveis retrocessos momentâneos, que por vezes podem lutar muito, levando em conta o quanto a vida humana é efêmera.
Em suas cartas enviadas do cárcere, meu pai revela a preocupação de que eu soubesse de que ele nem Olga se sentiam infelizes com a sorte que o destino lhes reservara. Pelo contrário, apesar dos sofrimentos, apesar da imensa tristeza de se encontrarem separados um do outro, longe da filha e dos que mais amavam, consideravam-se felizes por terem consciência do dever cumprido. E nisso, para eles, consistia a mais completa felicidade.
Da mesma forma, minha mãe, nas poucas cartas que conseguiu mandar do cativeiro, expressava o desejo de que eu fosse uma criança feliz e alegre, orgulhosa de meus pais se terem empenhado na luta por um mundo melhor, sem queixas nem arrependimentos. Seu sacrifício não era maior do que o de milhões de outros seres humanos que, naquele momento, enfrentavam os horrores da noite fascista que se abatera sobre a nossa civilização.
Havia, contudo, uma diferença importante. meus pais, distintamente de milhões de inocentes que sofriam e morriam sem conhecer as causas de tamanha desgraça, tinham consciência do fenômeno fascista e do seu perigo para a humanidade. Por isso, haviam lutado contra ele com todas as suas energias. derrotados, arcavam com as conseqüências de seu gesto. Mantinham-se, porém, confiantes de que o fascismo e sua variante alemã – o nazismo – seriam vencidos, como de fato se verificou, com a derrota dos países do eixo, no final da segunda guerra mundial.
Sua confiança decorria da profunda convicção científica que ambos haviam adquirido ao estudar o marxismo e ao travar conhecimento com a experiência pioneira de construção de uma sociedade socialista na União Soviética. A teoria marxista do socialismo científico lhes permitia compreender que o fascismo não podia ser explicado pela loucura de um homem ou pelas tradições autoritárias ou militaristas de algumas sociedades. O fenômeno fascista expressava basicamente a crise que o sistema capitalista atravessava nos anos 30, representava a resposta do grande capital ao avanço do movimento operário em países como a Itália e a Alemanha.
A construção do socialismo na URSS lhes mostrava a superioridade desse sistema social em comparação o capitalista. Apesar de imensas dificuldades enfrentadas pelo povo soviético, sitiado pelas potências imperialistas, as grandes conquistas do socialismo já eram visíveis através da realização concreta dos direitos sociais alcançados pelos trabalhadores. Nenhum país capitalista fora capaz de resolver como em poucos anos fizera o primeiro país socialista.
Naqueles anos terríveis, quando o fascismo tomava conta da Europa e a guerra revelava toda a sua crueldade, poucos acreditavam na possibilidade de sua derrota. Posso orgulhar-me de que minha família - meus pais, minha avó Leocadia, minhas tias, conhecedora da fibra do povo soviético, jamais tenha duvidado de sua vitória no grande conflito que sacudiu o mundo. Essa confiança, aliada à compreensão do caráter profundamente retrógrado do fascismo, que o condenava, portanto, ao desaparecimento, permitiram aos meus pais resistir, com firmeza e sem perder as esperanças, às terríveis provações a que foram submetidos durante aqueles anos tormentosos.
Segundo os testemunhos de companheiras do campo de concentração, Olga jamais se entregou ao desespero nem ao conformismo, lutou até o último momento de sua curta vida, infundindo coragem e confiança no futuro em todos aqueles que a rodeavam. Meu pai saiu da prisão para a luta; seu objetivo jamais foi a vingança, mas a conquista de um futuro melhor para o nosso povo e para a humanidade. foi a esta causa generosa que ele dedicou o restante de sua vida.
Anita Leocadia Prestes
segunda-feira, 30 de maio de 2011
POESIA
BIODIVERSIDADE
A natureza pede socorro
Para toda a população
Que sempre sem perceber
Provocam desmatamento e poluição
Os animais estão morrendo
E o homem não está percebendo
Atenção! Antes que seja tarde
E a tragédia seja incontrolável
O exemplo começa em casa
Vamos todos ensinar
Fazendo nossa parte
O mundo não vai acabar.
Para reconquistar um lugar com ar puro
Precisamos de confiança
Porque o nosso futuro
Está nas mãos das crianças.
Maria Lucia de Mattos Joner
BATEU A INSPIRAÇÃO DEPOIS DE UM CAFÉZINHo
A natureza pede socorro
Para toda a população
Que sempre sem perceber
Provocam desmatamento e poluição
Os animais estão morrendo
E o homem não está percebendo
Atenção! Antes que seja tarde
E a tragédia seja incontrolável
O exemplo começa em casa
Vamos todos ensinar
Fazendo nossa parte
O mundo não vai acabar.
Para reconquistar um lugar com ar puro
Precisamos de confiança
Porque o nosso futuro
Está nas mãos das crianças.
Maria Lucia de Mattos Joner
BATEU A INSPIRAÇÃO DEPOIS DE UM CAFÉZINHo
quarta-feira, 30 de março de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
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